Cotidianos

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Fato é que não consigo cumprir minhas promessas. Isto eu já sabia, mas agora coloco a questão em escala internética. Prometi uma crônica a cada dois dias e não consegui. Poderia culpar a agenda lotada. Poderia culpar a falta de inspiração, a crise mundial, o furacão Sandy, as eleições norte-americanas, o recesso do STF, as dores na lombar.  Poderia. Mas não, não farei isto. A culpa é desta falta de rigor para cumprir promessas que talvez seja o motivo de eu ter desistido de ser uma católica praticante: naquela época eu pedia, pedia, pedia, prometia mundos e fundos para os santos e, quando alcançava a graça solicitada, na hora dos agradecimentos parava na segunda Ave Maria e olhe lá. Sou um caso perdido.

Ao menos deveria ter uma boa história para contar hoje, mas não tenho. Nada. Vidinha besta esta. Os dias continuam com 24 horas, as horas com 60 minutos, os minutos com 60 segundos. O Natal já se aproxima – de novo ! – e o Palmeiras parece que vai cair para a segundona – de novo ! Adriano, do Flamengo, faltou ao treino – de novo ! – e Glória Perez assina uma nova novela que tem parte da história em um país “exótico” do outro lado do oceano.

Ah, o Jornal da Tarde acabou. Isto é novidade, mas é daquelas que considero melhor nem comentar. O mundo também parece que vai acabar. Para muita gente, aliás, já acabou. Para outros, continua lindo, como o Rio de Janeiro. No Rio de Janeiro, diga-se, já é verão. Em Balneário Camboriú, os turistas deste feriadão também acham que é: têm de fazer valer o dinheiro pago nos pacotes de ocasião. Em Floripa, uma lancha quase ficou presa sob a estrutura de uma quase praça de pedágio, no caminho para Jurerê Internacional. Vida que quase segue, como você pode ver.

E eu continuo tentando cumprir a promessa de escrever uma crônica. Amanhã, quem sabe…..

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